As 5 companhias petrolíferas mais influentes do mundo

Neste cenário, vamos observar o que as maiores petrolíferas do mundo têm feito de contribuição para tornar mais renovável a matriz energética mundial.

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Ações para alterar a matriz energética

A busca por uma matriz energética mundial mais limpa é uma necessidade que envolve cada vez mais nomes, nos mais diversos segmentos da sociedade. 

E claro, como não poderia deixar de ser, os nomes envolvidos na constituição dessa estrutura atual também precisam repensar muito no que diz respeito à ESG (Environmental, Social and Governance), buscando reverter ou atenuar as mudanças climáticas às quais temos sido sujeitos.

Neste cenário, vamos observar o que as maiores petrolíferas do mundo têm feito de contribuição para tornar mais renovável a matriz energética mundial.

Fonte da foto: Exxon Mobil

As 5 maiores petrolíferas do planeta

Embora existam nomes conhecidos e recorrentes entre os mais poderosos na extração de óleo, é difícil estipular com clareza uma ordem exata de grandeza.

Por isso, para tratar dos 5 maiores do segmento, decidimos levar em conta suas receitas adquiridas nos últimos 12 meses (levando em consideração do mês de Fevereiro/22), segundo levantamento feito pela Investopedia.

Assim, chegamos os seguintes nomes:

  • 1º – Saudi Arabian Oil Co. (Saudi Aramco) (Tadawul: 2222)

Receita (levando em conta os 12 últimos meses): $1.3 trilhões

Considerada uma das maiores companhias globais em todos os segmentos, acumula recordes de receita seguidos, o que a consolida como maior petrolífera do planeta. Estatal, a Saudi Aramco é propriedade do governo da Arábia Saudita, onde é considerada o principal motor econômico do maior exportador de petróleo do mundo. Para efeitos de comparação: seu lucro recorde, registrado no segundo trimestre de 2022, é maior do que o PIB de mais da metade dos países do planeta.

  • 2º – PetroChina Co. Ltd. (PTR)

Receita (levando em conta os 12 últimos meses): $367 billion

  • 3º – China Petroleum & Chemical Corp. (SNP)

Receita (levando em conta os 12 últimos meses): $353.2 billion

  • 4º – Exxon Mobil Corp. (XOM)

Receita (levando em conta os 12 últimos meses): $280.4 billion

  • 5º – TotalEnergies SE (TOT)

Receita (levando em conta os 12 últimos meses): $184.6 billion

Fonte da foto: Aramco

O que estes major players têm feito pela alteração da matriz energética?

Responsáveis por grande parte da produção mundial de petróleo, as principais petrolíferas do planeta têm se preparado para atuar em uma economia de baixo carbono, realizando todas as adequações necessárias.

Entre os principais movimentos neste sentido, estão o uso de tecnologias para a redução das emissões em suas operações e investimentos constantes em tecnologias de energias renováveis, seja para utilização na própria cadeia de óleo e gás, ou para se posicionarem em novos negócios de energias limpas.

Por exemplo, durante o ano de 2021 a TotalEnergies SE, corporação francesa da lista, operou uma de suas maiores subsidiárias, a Total Quadran, com a energia gerada por 340 plantas de energia renovável – sendo 224 delas provindas da solar. Graças a essa iniciativa, ao todo, não foram emitidas 130 mil toneladas de CO2.

Novos caminhos e estratégias

A diversificação dos portfólios de negócios oferecidos, o que tem as tem levado a se identificarem como empresas integradas de energia, também tem sido uma forte tônica, especialmente na Europa e Ásia.

Inclusive, falando na Ásia (onde ficam os 3 primeiros colocados da lista de maiores petrolíferas do mundo), também tem sido muito explorados os projetos de geração de energia solar – principalmente entre os países do Oriente Médio.

Já aqui pelas Américas, há um forte engajamento por parte das companhias e indústrias envolvendo esforços para descarbonização de suas operações e cadeias de valor, em confronto direto aos desafios econômicos.

E a gigante Exxon Mobil se aprofundou neste tema, e mira em alguns objetivos bastante interessantes, do ponto de vista sustentável: em dezembro de 2020 foi anunciada uma meta bastante ambiciosa, de reduzir a intensidade das emissões de gases em 15 a 20 por cento nos próximos cinco anos – em relação aos níveis de 2016. Tudo isso enquanto continua a investir em tecnologias de baixa emissão, além de apoiar “políticas sólidas que colocam um preço no carbono”.

Para continuar de olho em quais resultados essas estratégias trarão ao panorama das alterações na matriz energética global, você pode continuar de olho aqui em nosso blog, uma vez que esse se trata de um tema com o qual a Proper Marine tem compromisso bastante sério.

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